quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Sossego?

Na palma da mão desenho minha lida Cutuco a ferida que um dia se fez; E canto suave, um canto sincero Arfando sentidos do que tanto espero Ou mesmo a toada do que se desfez. Colhendo as flores da mata sombria Onde o olhar se esguia pra ver o que há E aí se descobre na úmida alma que nunca sossega ou se perde na calma Que somente se vive do jeito que dá. Moisés Coppe - 21.11.11

A tragédia em Juiz de Fora - MG

Acordei com um gosto estranho na boca, como se tivesse comido algo mais estranho ainda. De fato, desde a semana passada, mais precisamente d...