O que é o amor? Me fizeram essa pergunta! E eu não tinha nenhuma resposta pronta. Ao contrário, fiquei confuso com a questão e me pus a refletir sobre o significado dessa expressão que abarca diversos sentimentos e reações físicas no corpo. Li e reli diversos poemas. Me percebi envolto pelas tramas e romances diversos que me trouxeram emoções. Ouvi e cantei músicas. A somatória de todas essas expressões era ainda, para mim, uma gota d’água no meio do oceano...
terça-feira, 17 de abril de 2012
O Sol Brilha Diferente
Quando as coisas não vão bem com a gente, o sol brilha diferente.
Se ao contrário, tudo está em ordem, o sol brilha diferente.
Quando os amigos se afastam e os bons risos cessam, o sol brilha diferente.
Se surgem novas amizades e a sinceridade irradia nos olhares, o sol brilha diferente.
Quando a enfermidade e a doença se instalam em nosso corpo, o sol brilha diferente.
Se ficamos sãos e nos lançamos novamente a todas as nossas atividades sem limitações, o sol brilha diferente.
Quando as questões familiares não têm uma boa resolução em nossos lares, o sol brilha diferente.
Se estamos em harmornia, casais conjugados e filhos em diálogo, o sol brilha diferente.
Quando a saudade se instala no profundo da alma, o sol brilha diferente.
Se nos reencontramos com a pessoa amada ou com o amigo distante, o sol brilha diferente.
Quando oramos, mas nos dispersamos em nossa oração por causa dos muitos problemas, o sol brilha diferente.
Se oramos, silenciando nosso ser para ouvir o grande Deus, o sol brilha diferente.
Quando querem transformar nossa espiritualidade em comércio, o sol brilha diferente.
Se nos aninhamos a uma vida espiritual cercada de realidade e esperança, o sol brilha diferente.
Quando somos banhados com a chuva da tempestade, o sol brilha diferente.
Se nos chega aos telhados a chuva fina que rega a terra, o sol brilha diferente.
Quando nos falta a fé para a jornada espiritual na dimensão do Reino de Deus, o sol brilha diferente.
Se o Reino de Deus é vivido por nós na dimensão plenificada da esperança, o sol brilha diferente.
Quando tomamos consciência de que Jesus morreu na cruz no calvário, o sol brilha diferente.
Se vamos ao túmulo e percebemos que ele não mais lá está, o sol brilha diferente.
Quando somos tomados pelo medo da morte ou pelos assaltos do pecado, o sol brilha diferente.
Se nos alimentamos da esperança da vida eterna, o sol brilha diferente.
De fato, o sol sempre brilha diferente?
Moisés Coppe
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