Sossego?

Na palma da mão desenho minha lida Cutuco a ferida que um dia se fez; E canto suave, um canto sincero Arfando sentidos do que tanto espero Ou mesmo a toada do que se desfez. Colhendo as flores da mata sombria Onde o olhar se esguia pra ver o que há E aí se descobre na úmida alma que nunca sossega ou se perde na calma Que somente se vive do jeito que dá. Moisés Coppe - 21.11.11

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